sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Nunca provoque uma secretária entediada!

Fala sério, todo mundo já passou um trote na vida!
Comigo não foi diferente. Entre vários vou relatar um.
Dia de semana a tarde eu com meus quinze anos e o Matheus (meu melhor amigo) com 14.
Estavámos em casa absolutamente entediados quando resolvemos atazanar pessoas alheias, aplicando esta arte milenar (?) que é o trote telefônico.

Eu estava absolutamente sem sugestão. O Matheus tinha uma! Consistia em ligarmos em determinado lugar e dizer:
- Oi, é do açougue?
- Não...
- Então pq tem uma vaca falando? (para mulheres) ou um corno (para homens)
(Pessoa desliga o telefone na nossa cara)

Querido amigo. Não nos crucifiquem! Por mais cruel, agressivo e obceno que possa ser o diálogo, a estupidez da adolescência pode nos redimir.
Todavia, a vigança pela nossa arte veio rápido.

Vítima: Secretária de uma Clínica de Fisioterapia
Troteiro: Matheus Maderal (pequeno gordinho mentecapto)
Espectador: João Vitor, o que vos escreve

Secretária - Clínica São Lucas Boa tarde!
Matheus- Ah, oi não é do açougue?
Secretária - Não senhor.
Matheus- Então pq tem uma vaca falando? A mulher nos pegou desprevinidos com sua próxima fala.

Secretária -PQ TEM UM VIADO DO OUTRO LADO DA LINHA!!!
Matheus- (em estado de choque) Moça, a senhora me Respeite!

Secretária - Me respeita você muleque
Matheus- Moça isso é um trote e as coisas não funcionam assim. A senhora tem que desligar o telefone na minha cara.

Secretária - Eu não, to sem nada pra fazer
Matheus- Então tá, vlw aí, até mais
Secretária- Tchau

(telefonema encerrado)

Por mais que possa parecer roteiro de sitcom americano, o episódio acima deveras aconteceu!
Pelo menos pra uma coisa serviu: nem eu, nem o Matheus passamos mais um torte sequer no decorrer da vida!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O que dizer?

Queria dizer muitas coisas aqui.
Mas confesso que está faltando um pouco de inspiração!
Então, recorrerei a tecnologia.


Se você tiver 10 minutinhos aí disponível dá uma olhada no vídeo abaixo.
Tenho certeza que você será melhor recompensado do que ver recados nos orkuts alheios ou ficar procurando o que fazer na internet!




"Que diremos pois a respeito destas coisas?
Se Deus é por nós, quem será contra nós?" Romanos 8:31

Muito obrigado por visitar meu blog!!!
Vlw mesmo!!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

História Antiga

Se você já me conhece há algum tempo, com certeza já deve ter escutado a história que narrarei a seguir. Então agora contemple a versão escrita. Você que ainda não ouviu, saiba que este é um clássico da família Mazini.

Estamos em 1990. Eu completaria meu primeiro ano de vida em novembro. Meu irmão André, já possuía seus cinco anos de idade naquele começo de década. Era uma figura muito peculiar como pode ver na imagem abaixo.




Era fim de tarde. Minha mãe se dirigia a cozinha para poder preparar o jantar da casa. Tarefa um tanto quanto difícil quando se tem dois bebês pedindo sua atenção. A solução encontrada por minha mãe foi simples. Obrigar meu pai, que assistia TV muito entediado, a ir dar uma volta com as crianças enquanto ela cozinhava.
Meu pai estava muito feliz, alegre e entusiasmado com a tarefa (sua aparência era igual quando pronunciamos "Que Saco!", mas eu tenho certeza de que ele estava feliz).

Comigo em seu colo, e segurando o André pela mão, dirigiu-se ao portão de nossa casa. Nota: morávamos em Bataguassu. Cidade do interior do nosso estado. Na época contava com cerca de 15 mil habitantes.
Ao ganhar a rua meu pai avista do outro lado uma égua. A égua estava comendo seu capim tranquilamente. Exausta, depois de um dia inteiro de trabalho árduo, em um sol de 40°.
O faro paterno de nosso pai, viu na égua o que ele precisava para poder entreter-nos durante algum tempo.


Pois bem, caminhamos em direção aquela doce equina que ruminava de maneira bucólica seu capim.



- Olha filho a éguinha, que bonitinha. Disse meu pai para o André, segurando sua mão.



Nem o André, nem eu, muito menos a égua esboçamos alguma reação. Querendo que o animal fizesse algo interessante, meu pai, achou por bem soltar a mão do André para dar um tapa no lombo da égua. Lembre-se que eu ainda estava em seu colo.



E foi o que ele fez. Com um sorriso amarelo para o André, meu pai cheio de si e se achando o próprio Zorro no cuidado com cavalos, deu um tapa no lombo da coitada. Se o que ele queria era uma reação da égua, ele conseguiu.



Após levar o tapa, aquela trabalhadora exausta reagiu de uma maneira a altura do desaforo. Em uma movimentação muito rápida, digna dos filmes do 007, a égua empinou-se relinchando de ódio. Em seguida num sorrateiro golpe, MORDEU muito vingativa a barriga do meu pai. O termo exato seria grudar. Ela grudou na barriga dele. Neste momento, meu pai que estava comigo no colo ainda conseguiu me segurar. Ficando eu pendurado pelo braço. O André saiu rolando por debaixo da égua enfurecida, vomitando de nervoso. Até hoje o coitado tem trauma de cavalos. Verdade!



Ao escutar os gritos da égua, os gritos do meu pai, os meus gritos, os ruídos do vômito do André, minha mãe correu para fora. Ao ver aquela cena da égua grudada na barriga do meu pai que por sua vez travara uma luta com o animal, além de me manter pendurado pelo braço, e o meu irmão rolando pelo chão. Minha mãe não reagiu a seus instintos maternos. Caiu no no chão e teve uma crise de riso. Ela diz que foi de nervoso. Eu tenho minhas dúvidas.



Enfim, alguns pontos depois no corte que a égua fez na barriga do meu pai, ele estava pronto pra outra. Comigo e meu irmão não aconteceu nada, fora o trauma que ele carrega até hoje.

Esta bola sou eu na época.


O Dono da Cabeça Gorda

Minha foto
João Vitor Mazini
Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brazil
18 anos. Cursando Jornalismo. Xonado em Jesus. E algumas coisitas mais!
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